domingo, 5 de julho de 2009

Parque Nacional da Tijuca I (RJ):


Cascatinha de Taunay: ponto turístico do parque



Antes de se considerar parque, essa unidade de conservação era chamada de Floresta da Tijuca por todos visitantes, sendo eles, uma parte de turistas, aventureiros e crianças em busca de lazer e ar puro. Até hoje muita gente fala..."vamos na floresta?"



Localizada dentro de uma região metropolitana, a Floresta da Tijuca abriga várias espécies de plantas e diversos animais... um refúgio para liberar o stress da "cidade grande".



Uma espécie de lençol d'água que jorra paz aos turistas e apreciadores em geral.

Pequenos cursos de água que se formam a partir da grande cachoeira... o Rio de Janeiro tem essa preciosidade e muita gente ainda desconhece.




A cachoeira se localiza praticamente no início do parque onde se pode apreciar a vegetação da Mata Atlântica.




É considerada a maior floresta urbana do mundo; pena que vem sofrendo com o crescimento das favelas em torno dela. Portanto é preciso cultivar uma conscientização em função de sua preservação e respeito às regras básicas oferecidas aos seus visitantes.



Ao lado da Cascatinha há um restaurante e uma lojinha de souvenirs, bastante frequentada por turistas de vários países.




Um dos caminhos para se chegar às trilhas, cachoeiras, mirantes e praças dentro do parque. Pode ir à pé, de bicicleta ou de carro; ônibus são proibidos!



No caminho há sempre um riacho com águas cristalinas e...



... um barulhinho bom de água descendo por diferentes córregos.


De repente, uma placa para sinalizar algo de novo.



Ops...chegamos à capela.



Muito fofinha, pequena, toda cor-de-rosa e bastante charmosa.



Esta é a Capela Mayrink, outra atração do Parque Nacional da Tijuca.



Sua lateral



E próximo à ela, há uma espécie de marco com um sino com a data do início de sua construção. Ali era uma fazenda antiga chamada de Bela vista (ou Boa Vista). Mais tarde, esta fazenda foi desapropriada passando a integrar a capela ao Parque Nacional da Tijuca.




Um tímido córrego...



Centro de visitantes: onde as pessoas buscam informações, folders, uma pequena exposição da fauna e da flora, exibição de um filminho e algumas estátuas que compõem o lugar. Antigamente havia um parquinho e um espaço de aparelhos de ginástica.




Como a placa já diz: sala de video, banheiros, informações, etc.




Isso aí não é uma trilha. A água é tão clara que nem se percebe um riacho passando por ali...



Sustentabilidade aos visitantes

" Os parques são patrimônios da comunidade e têm o objetivo de conservar algumas regras básicas de comportamento a serem seguidas pelos visitantes e amigos do parque" (Plano de Manejo do PARNA - Tijuca)



Uma das milhares bicas do parque



Bem de perto... detalhe para os olhos do leão!



Um clarão se abre na floresta... com praça, churrasqueiras, pontes, placas de sinalização, riachos e muito espaço para descansar ou brincar com as crianças.




Muitas , muitas plantas e muito verde embelezam este lugar. E não é nem o começo...



Em determinados pontos não dá para ver direito o céu... faça chuva ou sol, as árvores nos protegem. Um espetáculo!



Um dos caminhos da grande praça com vários bancos de concreto.



Uma bifurcação onde, neste "trânsito", só é permitido plantas, insetos e pessoas para contemplar.



Mais uma prova da transparência das águas de um riacho... com uns pingos de chuva pra ajudar!


"Olha como a chuva cai/E molha a folha aqui na telha/Faz um som assim/Um barulhinho bom/Faz um som assim/Um barulhinho bom" (Marisa Monte - Chuva no Brejo))



Centro de visitantes: projeto "Amigos do Parque" (projeto Guia de Trilhas, unidade de atendimentos aos turistas, programa de voluntários do parque, etc.)




Na recepção... em direção aos banheiros, levamos um susto! Parece uma pessoa de verdade. Perfeito!



... em compensação, um outro amigo nos espera.



Uma janela para o céu...



Mapa de grande importância



Foto Rio 2009: espaço para exposições




Alguns exemplos do parque



Na entrada do centro de visitantes, uma reverência à natureza



Lindo jardim dentro da floresta...



Relíquia de mármore... haja cara feia. Coisa das antigas!



Caminho de saída do centro de visitantes



Lado inverso...




Uma trilha convidativa...



Outro flash da floresta...



Clima frio... poucas pessoas...



... um parque quase exclusivo!





... de um lado...












... e de outro... com a árvore no meio. Não me lembro do que estava escrito.





Uma pequena barreira próxima à praça



Lateral



... depois a calmaria das águas. E o rio segue...


" O Rio de Janeiro é, provavelmente, a única cidade no mundo onde as pessoas atravessam um parque nacional para ir ao trabalho" (Pedro Menezes)

Fotos:

Trilhas sem Fronteiras


Fonte:

360 Graus

Amigos do Parque

IBAMA

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Sítio Arqueológico no Costão do Santinho (Florianópolis/SC - Norte da Ilha): encontro com a história


Em Florianópolis (SC) há diversos sítios arqueológicos, alguns transformados em museus a céu aberto, mas pouco divulgados aos turistas e amantes do passado.
Essas marcas além de um grande privilégio para entendermos a arte rupestre, são o único vestígio deixado pelos homens pré-históricos.



Mar à vista... um pedacinho do paraíso no meio do sítio arqueológico da Praia do Santinho.



De longe a representação dos povos antigos nas pedras que contornam o mar de Santinho.

Vista da trilha no Morro das Aranhas que se inicia no sítio arqueológico.


Quase no topo...



Exemplo da vegetação nativa...




Existem inscrições rupestres também em algumas pedras próximas à beira do mar



Detalhe do museu rústico. Estrutura de sombreamento capaz de diminuir a alternância de temperatura, responsável pela sua degradação segundo os geólogos.


A Praia do Santinho abriga um grande número de inscrições rupestres conhecidas como Petroglifos e, popularmente na ilha, por "letreiros".



De rara beleza, os sítios arqueológicos foram feitos pelo homem pré-histórico há mais de 5 mil anos.


Acima: símbolo do resort

Os primeiros habitantes da região viviam da pesca e da caça e são denominados "Homens de Sambaqui". Mais tarde, os Itararés se instalaram na região e, por último, os índios Carijós.


Detalhe do aviso

Além de placas distribuídas em todo trajeto, há painéis explicativos em um trecho chamado Praça do Conhecimento.




Encantamento dos dois lados: passado e presente caminhando juntos.

Para visitar o museu é necessário subir por escadas e passarelas (em excelente conservação) que permitem uma ótima visualização tanto da praia quanto da arte rupestre inscrita nas pedras pelos povos antigos.



Povos antigos e seus significados



As inscrições rupestres são encontradas em diques de diabásio e sempre voltadas para o mar.



De difícil interpretação, continuam sendo uma incógnita para os estudiosos que ainda não conseguiram decifrá-las.



Trata-se de símbolos sagrados que certamente tinham como objetivo transmitir algo para as gerações futuras.



O conjunto formado pelo caminho, comunicadores, praça do conhecimento, passarela, bancadas, estrutura de sombreamento e esculturas constitui a primeira ação desta natureza do sítio arqueológico no Brasil. Uma parceria do Costão do Santinho com o IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), une iniciativas privada e pública em defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro.


Fotos:

Trilhasemfronteiras


Fonte:

Costão do Santinho

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Santinho e Ingleses (Norte de Floripa/SC): turismo sustentável e arte rupestre


Passando pela Praia dos Ingleses, uma das praias ao longo do norte de Floripa...



e chegando a Santinho...


... nos deparamos com essa linda paisagem mesclada entre o céu, as dunas e o mar.



Vista do Morro das Aranhas: Costão do Santinho.

Liga a praia do Santinho à Praia de Moçambique por uma trilha bem delineada por vários trechos de natureza e um museu arqueológico a céu aberto. No caminho até o topo encontram-se bromélias, samambaias e outros tipos de vegetação costeira.



Subindo mais, a visão do resort do Costão do Santinho.


Uma beleza paradisíaca que encanta crianças, surfistas e pessoas que curtem a natureza aliada a tranquilidade do local.



No inverno, há presença de muitos pescadores em busca de tainhas embora dividem espaço com os surfistas para praticar o esporte.



Aves marítimas e sossegadas...



... escolhendo seus alimentos.
Afinal, é no inverno que cultiva-se a tradição catarinense da pesca da tainha.


Fotos:

Trilhasemfronteiras